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Radar de Tablets

Atualizado em 15/10/2026

Coleta de 15/10/2026, comparada com a de 14/10/2026.

Melhor tablet para trabalhar acima de R$ 8.000 hoje

5 tablets para trabalhar acima de R$ 8.000 comparados, com o preço de hoje.

Procura um tablet para trabalhar acima de R$ 8.000? Veja o que a ficha dos modelos confirma nesse valor.

Comparamos os 5 modelos à venda hoje: o que entrega mais nota pelo preço é o Apple iPad Pro 13″ M4 (nota 8,7, R$ 9.000). O topo do recorte é o Apple iPad Pro 11″ M5 (nota 9,9, R$ 16.000). Veja onde cada um fica no mapa.

Ver as escolhas de hoje

As 3 escolhas de hoje

Preço de hoje, 15/10/2026. Procuramos em 3 lojas: Mercado Livre, Magalu e KaBuM. Abaixo, o menor preço que achamos hoje nas lojas acima.

  1. Escolha 1 · Melhor nota pelo preço

    Apple iPad Pro 13″ M4

    Nota 8,7, a maior entre 3 modelos que custam até R$ 14.668, a mediana de preço desta lista.

    R$ 9.000 na KaBuM

    Ainda juntando histórico de preço desde 15/10/2026.

    Ver na KaBuM · R$ 9.000

    Comparar outras lojasMe avise se cairVer na Amazon

  2. Escolha 2 · O mais barato que vale a pena

    Apple iPad Pro 13″ M5

    O mais barato entre os de nota 8,7 ou mais, a mediana de nota desta lista (nota 9,3).

    R$ 15.000 na KaBuM

    Ainda juntando histórico de preço desde 15/10/2026.

    Ver na KaBuM · R$ 15.000

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  3. Escolha 3 · Melhor se dá para gastar mais

    Apple iPad Pro 11″ M5

    Nota 9,9, por 78% a mais que a melhor nota pelo preço.

    R$ 16.000 na KaBuM

    Ainda juntando histórico de preço desde 15/10/2026.

    Ver na KaBuM · R$ 16.000

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Links de lojas parceiras: o Radar pode ganhar comissão, sem custo a mais para você. Como ganhamos dinheiro

Como escolhemos: a nota é a de ficha técnica (0 a 10) e o preço é o menor que achamos hoje, com Pix quando a loja dá desconto nele. Ver a regra das escolhas.

Tablets para trabalhar acima de R$ 8.000 em números

Pela ficha, o melhor tablet para trabalhar acima de R$ 8.000 em 15 de outubro de 2026 é o Apple iPad Pro 11″ M5 (nota 9,9, R$ 16.000); a mediana do recorte de R$ 14.668 em 5 modelos. A mediana de preço fica 594% acima da do catálogo (R$ 2.114); a nota de ficha técnica mediana é 8,7, 1,3 pontos acima da do catálogo (7,4). Os preços vão de R$ 8.500 a R$ 16.000.

Escolha um tamanho. Vale em todas as páginas

  • 5Modelos5% do catálogo
  • R$ 14.668Mediana de preçocatálogo: R$ 2.114
  • 8,7Mediana da notacatálogo: 7,4
  • R$ 8.500Faixa de preçoaté R$ 16.000

Regra do recorte: Entram os modelos cuja ficha informa tela de 10 polegadas ou mais, chip Apple, Snapdragon, Dimensity ou Exynos e 128 GB ou mais, com o menor preço coletado acima de R$ 8.000.

Confirmado na ficha: este recorte só inclui o modelo cuja ficha informa o tamanho da tela, o chip e o armazenamento. 71 de 111 modelos do catálogo trazem esse dado e 40 ficam de fora do recorte, mesmo que possam ter o recurso: dado ausente não quer dizer que o tablet não tenha. É uma regra de ficha: o teclado quase sempre é vendido à parte.

Tablets para trabalhar acima de R$ 8.000 no mapa de preço e nota

O mapa mostra cada modelo desta lista pelo preço e pela nota, com a linha da melhor nota pelo preço. 4 modelos formam essa linha hoje.

Ver estes modelos no mapa de preço e nota

O que mudou em Tablets para trabalhar acima de R$ 8.000 desde 14/10/2026

Só 1 tablet está nas duas coletas, pouco para falar de variação de preço do recorte. Entraram 8 e saíram 0.

Tablets para trabalhar acima de R$ 8.000 contra o catálogo todo

Tablets para trabalhar acima de R$ 8.000 contra o catálogo todo
IndicadorTablets para trabalhar acima de R$ 8.000Catálogo todoDiferença
Modelos51115% do catálogo
Mediana de preçoR$ 14.668R$ 2.114+594%
Mediana da nota8,77,4+1,3 ponto
Menor preçoR$ 8.500R$ 432+R$ 8.068
Maior preçoR$ 16.000R$ 21.443−R$ 5.443

O que os números dizem sobre tablets para trabalhar acima de R$ 8.000

Leitura gerada por regra, só com os números do catálogo de 15/10/2026. Nada aqui é opinião: é contagem e mediana dos modelos do recorte.

  • Preço: o modelo do recorte custa, na mediana, R$ 14.668, 594% acima da do catálogo (R$ 2.114). Cada modelo entra uma vez, com o menor preço entre as versões que passam na regra.
  • Nota: a mediana de ficha técnica é 8,7, 1,3 pontos acima da do catálogo (7,4).
  • Marcas: 2 marcas têm modelo no recorte; as que mais aparecem são Apple (4) e Samsung (1).
  • Recursos confirmados na ficha, entre os 5 modelos: 5 aceitam caneta, confirmado na ficha, 4 têm tela OLED confirmada, 3 têm tela de 120 Hz ou mais confirmada e 2 têm versão com 4G ou 5G. Quem não informa o dado não entra nessa conta.
  • Versões: 4 modelos têm mais de uma versão dentro do recorte, de 256 GB a 2 TB. O preço do modelo é o da versão mais barata; as demais aparecem no cartão e na lista.
  • Extremos: a maior nota do recorte é a do Apple iPad Pro 11″ M5 (9,9, R$ 16.000); o menor preço é o do Apple iPad Air 11″ M3 (R$ 8.500, nota 7,9).
  • Melhor nota pelo preço: 4 modelos formam a linha em que nenhum outro do recorte tem, ao mesmo tempo, preço menor ou igual e nota maior.
Tablets para trabalhar acima de R$ 8.000 por faixa de preço, contra o catálogo todo
Faixa de preçoModelos do recorteNo catálogoNota mediana do recorteNota mediana do catálogo
Até R$ 1.0000223,8
R$ 1.000 a R$ 2.0000315,1
R$ 2.000 a R$ 4.0000237,0
R$ 4.000 a R$ 8.0000248,1
Acima de R$ 8.0005118,79,0

Como escolhemos e onde procuramos

  • Escolha 1, melhor nota pelo preço: a maior nota de ficha técnica entre os modelos que custam até a mediana de preço da lista. Empate fica com o mais barato.
  • Escolha 2, o mais barato que vale a pena: o menor preço entre os modelos com nota igual ou acima da mediana de nota da lista.
  • Escolha 3, melhor se dá para gastar mais: a maior nota entre os modelos que custam mais que a escolha 1, só quando a nota é maior que a dela.
  • Lojas: Mercado Livre, Magalu, KaBuM. Entram lojas que a gente lê todo dia por fonte aberta ou programa de afiliado: a coleta do Radar, o catálogo do Mercado Livre e o banco de preços da fábrica. Loja que falhou na leitura de hoje não entra na conta.
  • Mesmo modelo em duas lojas só é juntado com código de catálogo, GTIN ou código completo do fabricante. Na dúvida, fica uma loja só. Preço muito longe do da coleta (abaixo de 60% ou acima de 150%) fica de fora.
  • A Amazon aparece sem preço, só com o link: a gente não lê preço da Amazon em lote.

Todos os modelos: Tablets para trabalhar acima de R$ 8.000

Ver os 5 modelosEsconder a lista
Modelos do recorte, da maior nota para a menor
ModeloPreçoNotaComprar
Apple iPad Pro 11″ M52 versões · 1 TB a 2 TBR$ 16.000na KaBuM9,9Ver na KaBuM
Apple iPad Pro 13″ M52 versões · 256 GB a 2 TBR$ 15.000na KaBuM9,3Ver na KaBuM
Apple iPad Pro 13″ M42 versões · 512 GB a 2 TBR$ 9.000na KaBuM8,7Ver na KaBuM
Apple iPad Air 11″ M32 versões · 512 GB a 1 TBR$ 8.500na KaBuM7,9Ver na KaBuM
Samsung Galaxy Tab S9 Ultra12 GB de RAM · 512 GBR$ 14.668 no Pixna Magalu7,9Ver na Magalu

Como lemos estes dados

Escolha 1, melhor nota pelo preço: Apple iPad Pro 13″ M4, R$ 9.000 na KaBuM. Procuramos em 3 lojas e mostramos o menor preço de cada modelo. A mediana de preço dos 5 modelos da lista é R$ 14.668.

Próximo passo

Veja cada tablet no gráfico

O gráfico mostra todos os tablets novos por preço e nota de ficha técnica. Abra já filtrado em Tablets para trabalhar acima de R$ 8.000 e confira o que a ficha promete antes de comparar preços.

Perguntas frequentes

Quanto custa um tablet para trabalhar com teclado (tela de 10 polegadas ou mais, chip intermediário e 128 GB ou mais) e preço acima de R$ 8.000?

No catálogo de 15/10/2026, a mediana de preço dos 5 modelos do recorte é R$ 14.668, e os preços vão de R$ 8.500 a R$ 16.000. O valor final vale na loja.

Qual tablet para trabalhar com teclado (tela de 10 polegadas ou mais, chip intermediário e 128 GB ou mais) e preço acima de R$ 8.000 tem a maior nota?

Entre os modelos do recorte em 15/10/2026, a maior nota de ficha técnica é a do Apple iPad Pro 11″ M5: 9,9, por R$ 16.000. O de menor preço é o Apple iPad Air 11″ M3, por R$ 8.500. Nota de ficha técnica não mede o desempenho real nem durabilidade.

Como o Radar conta os modelos deste recorte?

Entram os modelos cuja ficha informa tela de 10 polegadas ou mais, chip Apple, Snapdragon, Dimensity ou Exynos e 128 GB ou mais, com o menor preço coletado acima de R$ 8.000. Cada modelo conta uma vez: se ele tem mais de uma versão dentro da regra, o preço é o da versão mais barata e as outras aparecem no cartão.

Tablets para trabalhar acima de R$ 8.000: o que muda em relação ao uso inteiro?

Esta página olha só os modelos que passam na regra de "tablets para trabalhar com teclado" e têm preço acima de R$ 8.000. Para ver todas as faixas desse uso, abra o panorama do uso; para ver todos os usos na faixa, abra o panorama da faixa de preço.

Como o Radar escolhe os tablets da linha "melhor nota pelo preço"?

Do mais barato ao mais caro, entra o tablet que tem nota de ficha técnica maior que a de todos os mais baratos do recorte. Quem custa mais e tem nota igual ou menor fica de fora. A linha não diz qual tablet comprar: mostra só quem não perde em nota e preço ao mesmo tempo.

Com que frequência esta página muda?

Todo dia, a cada coleta: números, gráfico, ranking e a seção "O que mudou" são refeitos com o catálogo do dia. Esta edição é de 15 de outubro de 2026.

Leia também

De onde vêm os números

Loja própria do Magalu, vendedor do Magalu com nota 4,0 e 100 vendas ou mais, a própria KaBuM (feed da Awin) ou, no Mercado Livre, loja oficial ou reputação verde. Preço à vista, menor entre os vendedores que passam nessa regra. O recorte "Tablets para trabalhar acima de R$ 8.000" é o conjunto de modelos do catálogo do dia que passam na regra da família "Uso e faixa de preço"; só entra no índice recorte com 4 modelos ou mais. Cada modelo conta uma vez, com o menor preço entre as versões que passam na regra; a variação de preço compara cada versão entre duas coletas. Medianas calculadas sobre os tablets do recorte; a nota considera só quem tem nota. A variação de preço compara os mesmos tablets entre duas coletas.

O panorama descreve o catálogo do Radar, não todo o mercado, e o preço é o coletado na data indicada. A nota de ficha técnica não mede o desempenho real nem durabilidade, e a leitura "forte" ou "fraca" é só uma comparação de números, não uma recomendação.

Coleta de 15/10/2026.